"A Música antes de mais nada!"

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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

Bush - O regresso 10 anos depois

A Banda inglesa Bush anunciou, esta semana, o regresso aos discos e aos palcos. A banda de Gavin Rossdale separou-se à quase uma década, após o lançamento de "Golden State".

Os membros da banda enveredaram por outros projectos musicais, e Gavin Rossdale formou uma nova banda - Institute.

 

Bush - "The Sound Of Winter":

 

publicado por Novembro Azul às 12:50
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Terça-feira, 11 de Outubro de 2011

The Very Best - INXS

Os INXS vão editar «The Very Best», uma colectânea de revisão de carreira, no próximo dia 24 de Outubro. «The Very Best» promete ser uma viagem inesquecível, determinada a levar os seus ouvintes por todos os sucessos mundiais da história da banda.

«The Very Best» vai ter duas edições distintas, em CD e em formato deluxe, com dois CDs e um DVD. Segundo a Universal Music, a edição em CD simples é uma selecção cuidada e rigorosa dos grandes êxitos do grupo, onde se incluem «Need You Tonight», «Original Sin», «What You Need», «Beautiful Girl», «Kick» e «Suicide Blonde». A edição deluxe, composta por três discos, é uma compilação bem mais exaustiva – como nunca antes foi visto na história dos INXS. Apresenta dois CDs com todos os sucessos da banda, canções preferidas dos fãs, remisturas, «mash ups», gravações ao vivo e outras raridades e inéditos, assim como um DVD, onde se encontra um documentário de 45 minutos e diversos vídeos premiados.

De realçar que o documentário revela uma entrevista inédita com o mítico vocalista do grupo, o falecido Michael Hutchence, além de uma outra, feita recentemente a cada um dos irmãos Farriss, individualmente. Com uma carreira que atravessa os últimos 30 anos, os INXS são, hoje, um dos maiores grupos rock do mundo. A banda de Sidney, que deu que falar no seu país de origem com «The One Thing», em 1982, ultrapassou a tirania da distância e traçou o seu caminho de sucesso, rumo às principais tabelas americanas, com a mesma canção.

O impacto provocado pela banda foi sentido quando o single, «Need You Tonight», do álbum «Kick», foi editado, em 1987, atingindo o 2º lugar do tope britânico e catapultando para o estrelato o seu vocalista, Michael Hutchence. Exemplo do tipo raro de líder que se torna um verdadeiro ícone, a vida de Hutchence foi frequentemente narrada pelos media. A sua carreira e a sua vida pessoal encheram-se de todos os elementos que compõem as verdadeiras lendas do rock’n’roll – experiências selvagens, mulheres deslumbrantes, incontáveis prémios e um rosto belo e marcante tornaram-no o derradeiro símbolo sexual dos anos 80 e 90.

Michael Hutchence viveu o estilo de vida rock’n’roll até ao limite, ao mesmo tempo que os INXS continuaram a sua história de sucesso nas tabelas mundiais – até Novembro de 1997, quando Hutchence foi encontrado morto, no seu quarto de hotel, em Sidney. A banda decidiu fazer uma pausa de um ano mas reuniu-se para actuar com vários cantores convidados, entre os quais Jimmy Barnes (1998) e Jon Stevens (2000), por ocasião dos Jogos Olímpicos de Sidney.

 

A história dos INXS continuou em 2005, quando partiram para os Estados Unidos em busca de um novo vocalista, no programa «Rock Star: INXS» – onde, de entre milhares de candidatos, J.D. Fortune foi o escolhido para liderar a banda. Desde então, os INXS editaram o álbum «Original Sin», que conta com as participações de John Mayer, Rob Thomas e Nikka Costa. As suas canções foram trabalhadas pelos mais diversos artistas, de Big Pun feat. Beenie Man («Make Me Sweat») a Rogue Traders («One of My Kind»), ou, recentemente, Professor Green, cujo novo olhar a «I Need

You Tonight» chegou aos pódios dos principais topes – o que só prova que a música dos INXS é tão relevante agora quanto era há três décadas.

 

Até hoje, em todo o mundo e de forma impressionante, os INXS já venderam 30 milhões de discos, chegaram Top 10 britânico e americano

com seis álbuns consecutivos, tiveram mais de duas dezenas de singles de sucesso e foram distinguidos pelos seus pares e pelos seus fãs.

Deram mais de 5 mil concertos perante mais de 25 milhões de pessoas em mais de 40 países. O estatuto dos INXS fala por si: a Austrália nunca teve tamanha exportação musical.

publicado por Novembro Azul às 14:00
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«Lulu» a 31 de Outubro

 

Naquela que será uma das mais faladas alianças do ano, Lou Reed, juntou-se aos Metallica, para registar o álbum, intitulado «Lulu», que será editado no próximo dia 31 de Outubro. O disco foi co-produzido por Lou Reed, Metallica, Hal Willner (que assinou outros registos de Reed, Marianne Faithfull e Laurie Anderson, entre outros) e Greg Fidelman, responsável igualmente pelas misturas.

A ideia de uma parceria entre estes dois gigantes da música, nasceu após os concertos de comemoração do 25º aniversário do Rock And Roll Hall Of Fame, em Outubro de 2009, em Nova Iorque. Os Metallica subiram ao palco com Lou Reed, para interpretar «Sweet Jane» e «White Light/White Heat», clássicos dos Velvet Underground. «Desde então, soubemos que tínhamos sido feitos uns para os outros», afirma Reed.

Depois dessa extraordinária actuação, Reed sugeriu-lhes que fizessem um álbum juntos. Ao início, o plano era gravar um disco com material antigo de Reed – que Ulrich descreve como «algumas das jóias perdidas de Reed, canções às quais ele desejava dar um segundo olhar e onde nós poderíamos fazer o que quer que seja que habitualmente fazemos». Essa ideia «ficou no ar, por alguns meses». E foi então – uma semana ou duas antes da data marcada para o início dessas gravações – que «Lou telefonou e disse “sabem, acho que tive outra ideia”».

Essa ideia passava por registar um conjunto de canções que Reed tinha escrito para a produção de «Lulu Plays», que se estreou em Abril, no Theatre am Schiffbauerdamm, em Berlim, levada a cena por Robert Wilson, o encenador avant-garde norte-americano, e pelo Berliner Ensemble, a companhia de teatro alemã fundada por Bertolt Brecht. Inspiradas em «O Espírito da Terra» e «A Caixa de Pandora», obras do início do século XX, do dramaturgo expressionista alemão, Frank Wedekind, as canções revisitavam igualmente «O Corvo», de Edgar Allan Poe, no qual Reed também se inspirou para o álbum «The Raven» e que recentemente foi publicado em banda desenhada, pela Fantagraphics Press.

 

«Nós estávamos muito interessados em trabalhar com o Lou», diz Hetfield. «Mas havia uma série de perguntas que não me saíam da cabeça: como é que ele será? O que é que vai acontecer? Quando recebemos as letras que viriam a dar origem a “Lulu”, ficámos muito contentes: podíamos finalmente arregaçar as mangas e começar a trabalhar. Eu podia abandonar a minha função de cantor e compositor e concentrar-me apenas na parte musical. Estas letras eram muito poderosas, com uma verdadeira atmosfera por detrás da sua paisagem sonora. Eu e o Lars sentámo-nos com instrumentos acústicos e deixámos que esta tela em branco nos guiasse. Sermos convidados para conceber esta obra foi uma bênção enorme – e foi isso que tentámos honrar».

 

«Usando o rock, tínhamos que dar vida a Lulu de forma sofisticada», lembra Reed. «Se queria atingir o mais intenso e poderoso rock, tinha que fazê-lo com os Metallica – eles vivem nesse planeta! Quando tocámos juntos, percebemos logo: o sonho tinha-se tornado realidade. Esta é a melhor coisa que já fiz. E fi-la com o melhor grupo que podia ter encontrado. Para começar, todas as pessoas envolvidas no projecto foram sinceras. Isto veio ao mundo da maneira mais pura possível. Na esfera do que é real, fomos o mais longe que conseguimos».

 

«Definitivamente, nem é um álbum dos Metallica nem um álbum de Lou Reed», acrescenta Hammett. «É qualquer outra coisa. É um animal novo, um híbrido».

publicado por Novembro Azul às 12:05
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